A atual legislatura da Câmara Municipal de Palmas tem exigido dos parlamentares um alinhamento constante entre o conhecimento técnico e a proximidade com a população. Nesse cenário, o vereador Juarez Rigol tem chamado a atenção por sua atuação estratégica nas comissões da Casa. Advogado com mais de três décadas de atuação, Rigol utiliza sua bagagem jurídica para dar andamento aos trâmites legislativos, dividindo sua agenda entre o trabalho interno e as visitas aos bairros da capital.
O ponto central de sua atuação burocrática é a presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), considerada a comissão mais importante do Legislativo municipal. É por ela que todos os projetos de lei precisam passar para análise antes de serem votados em plenário. Na condução dos trabalhos, o parlamentar tem adotado como diretrizes a agilidade, a responsabilidade e o rigor à constitucionalidade. O objetivo prático é evitar o travamento de pautas importantes para a cidade, garantindo, ao mesmo tempo, a segurança jurídica das leis aprovadas.
Participação em pautas sensíveis
Além de presidir a CCJ, Juarez Rigol também integra a Comissão de Cidadania, Direitos Humanos, Meio Ambiente, Ética e Decoro Parlamentar. A participação neste grupo coloca o vereador à frente da análise de pautas sensíveis à sociedade palmense.
A presença de Rigol na comissão garante o acompanhamento rigoroso de temas voltados à proteção social, à preservação ambiental e, principalmente, à manutenção da conduta ética e do decoro no serviço público, alinhando-se ao perfil conservador e de defesa de valores que marca o seu mandato.
Perfil técnico e trabalho externo
Para quem acompanha o dia a dia da Câmara de Palmas, o diferencial do mandato de Rigol tem sido o equilíbrio entre a teoria e a prática. Enquanto o trabalho de análise processual e elaboração de pareceres consome boa parte do tempo no gabinete, o vereador mantém uma rotina ativa de vistorias externas.
A estratégia é assegurar que os problemas identificados nas ruas — durante as conversas com os moradores e a fiscalização de obras — sejam traduzidos em requerimentos e projetos tecnicamente viáveis quando chegam à mesa de decisões.






